Archive for the ‘opeims’ Category

Proyectos opensource relacionados con telecomunicaciones

August 30, 2008

CSCF

SER
O projecto SER – Sip Express Router é muito popular na comunicade open-source. As vantagens deste pacote são:

• Servidor SIP gratuito com alto desempenho e elevada flexibilidade.
• Pode actuar como servidor SIP Proxy, Redirect e Registrar.
• Pode-se facilmente construir novos módulos para serem adicionadas novas funcionalidades.
• O mais popular na comunidade Open Source.
• Adoptado por diversos vendedores e universidades.

As desvantagens são:
• Não é IMS compliant. Necessita de desenvolvimento.

Tambien tenemos en este lado los siguientes proyectos, todos probados por nosotros:

Openser, opensips, kamailio.

OpenIMS Core
O projecto open-source IMS Core é desenvolvido pelo instituto Fraunhofer Institute FOKUS e pretende colmatar o vazio existente no mundo do open-souce em relação ao IMS. O objectivo do projecto é criar uma comunidade de developers de componentes para redes de próxima geração IMS.

As vantagens deste pacote de software são:
• Implementa o CSCF e HSS.
• O CSCF é baseado no SER (SIP Express Router) mencionado em cima. Do qual retira as suas vantagens.
• É IMS compliant evitando a necessidade de integração.
• A sua interoperabilidade tem sido testada com produtos IMS comerciais.
• Disponibiliza uma interface ISC (IMS Service Control) para permitir à camada de aplicação a criação de serviços IMS para várias plataformas (SIP AS, OSA/Parlay ou IN através do IM-SSF)

HSS

OpenIMS Core
Como mesmo as funções mais básicas de encaminhamento de sinalização no IMS necessitam de uma consulta ao HSS, este foi incluido no OpenIMS Core para permitir uma utilização normal do mesmo. Assim sendo, o Open IMS core disponibiliza uma implementação simples HSS, o FOKUS Home Subscriber Server (FHoSS).

As vantagens deste pacote de software são:
• É IMS compliant evitando a necessidade de integração.
• É o único HSS open-source encontrado.

MRF

Asterisk PBX
O Asterisk PBX é provavelmente o IP PBX open-source mais populal. O projecto é gerido pela Digium e é utilizado por outros projectos open-source como o TrixBox para criar uma solução para call centers, por exemplo.

As vantagens deste pacote de software são:
• Servidor PBX IP gratuito com alto desempenho e elevada flexibilidade.
• Pode actuar como servidor SIP Registrar, location server e pode actuar como UAC.
• O mais popular na comunidade Open Source.
• Adoptado por diversos vendedores e universidades.
• É integrado em projectos como o TrixBox que pode ser uma óptima solução para um pequeno call-center IP
• Pode funcionar como Gateway SIP-PSTN usando placas Digium ou Sangoma.
• Pode actuar como Gateway SIP-SS7 usando as mesmas placas e a libraria libSS7.
• Pode funcionar como como Gateway SIP-3G usando a libraria h324m da sip.fontventa.com
• Tem capacidade de áudio e vídeo-conferência com o meetme e app_mixer, respectivamente.

As desvantagens são:
• Não é IMS compliant. Necessita de desenvolvimento.

SEMS – Sip Express Media Server
O SEMS é baseado no software open source SER (Sip Express Router) desenvolvido pela iptel.org. Corre em linux e é distribuido com uma variedade de exemplos de aplicações como voicemail, IVR, audio conferencia, etc.

As vantagens deste pacote de software são:
• Baseado no SER que é conhecido pelo seu alto desempenho e elevada flexibilidade.

As desvantagens são:
• Não é IMS compliant. Necessita de desenvolvimento.

CallWeaver
O CallWeaver, anteriormente conhecido como Open PBX é um spin-off do Asterisk PBX mas licenciado sobre a licença GNU GPL. Assim sendo, ambos os projectos partilham um código base identico mas o CallWeaver tem uma comunidade de desenvolvimento menor o que o torna menos atraente.
Mais informações em: www.openpbx.org

As vantagens deste pacote de software são:
• Partilha código com o Asterisk.

As desvantagens são:
• Não é IMS compliant. Necessita de desenvolvimento.
• Comunidade de desenvolvimento menos que a do Asterisk.

SIPfoundry Sipx
A SIPfoundry é uma comunidade open source community que fornece varios development kits SIP e VoIP.A sua stack SIP é usada em diversos produtos e a solução sipX PBX é usada por muitas empresas. Este projecto está ligado aos productos Vision permitindo interoperabilidade com RDIS e SS7.

As vantagens deste pacote de software são:
• Solução robusta.

As desvantagens são:
• Não é IMS compliant. Necessita de desenvolvimento.
• Não tem suporte para H.323 ou outros protocolos além do SIP.

YATE
O Yet Another Telephony Engine é um PBX e cliente open source com recursos SIP, H.323 e IAX. Funciona como um tradutor SIP-H.323. (suportado comercialmente pela Null Team).

As vantagens deste pacote de software são:
• Solução interessante para gateway SIP-H.323.
• Pode funcionar como Gatekeeper H.323.

As desvantagens são:
• Não é IMS compliant. Necessita de desenvolvimento.

FreeSWITCH
A FreeSWITCH é uma plataforma de telefonia open source telephony desenhada para facilitar a criação de produtos orientados à voz e chat. Pode ser usado apenas como um motor de comutação, uma media gateway ou um media server com aplicações de IVR criadas usando scripts ou XML.
Suporta diversos protocolos como SIP, H.323, IAX2 e GoogleTalk making it easy to interface with other open source PBX systems such as sipX, OpenPBX, Bayonne, YATE or Asterisk.

As vantagens deste pacote de software são:
• Suporta diversos protocolos (SIP, H.323, IAX2 e GoogleTalk).

As desvantagens são:
• Não é IMS compliant. Necessita de desenvolvimento.

Bayonne
O GNU Bayonne é um servidor de telefonia open source que oferece um ambiente de desenvolvimento sistemas escalaveis e independents da media usada.

As vantagens deste pacote de software são:
• Desenvolvido pela GNU.

As desvantagens são:
• Não é IMS compliant. Necessita de desenvolvimento.
• O projecto parece estar parado.

Vovida Vocal
O projecto parece estar parado e há dificuldades em aceder ao site.

SIP AS

SIPSEE
O SIPSEE (SIP Servlet Execution Environment) é a solução da FOKUS para desempenhar o papel de SIP Application Server (SIP AS) com base em SIP Servlet Technology. O SIPSEE intregra a camada Application Layer e dá aos serviços IMS a capacidade de controlo das sessões multimédia sobre SIP/HTTP/Diameter.
O SIPSEE actua como um SIP proxy, SIP Redirect ou um B2BUA (Back to Back User Agent). A API (Application Programming Interface) usada pelo SIPSEE é compativel com o JSR116 – SIP Servlet API 1.0 que tem vindo a ser adoptada como API HTTP Servlet.
O SIPSEE foi desenhado e impelmentado com suporte para SIP e HTTP de modo a permitir o acesso a serviços IMS por parte de clientes SIP ou através de browser HTTP potenciando serviços como o Click2Dial, See What I See, etc. Desta forma, une os protocolos mais usados da internet e do VoIP.

As vantagens deste pacote de software são:
• IMS compliant.

Mobicents
O Mobicents é o SIP Application Server server mais popular para a plataforma Java.

As vantagens deste pacote de software são:
• IMS compliant.
• Muito popular.

WeSIP
WeSIP é um SIP e HTTP Application Server implementado sobre o OpenSER. Não é open source. Gratuito para uso não comercial.

As desvantagens deste pacote de software são:
• Não é open source. Gratuito para uso não comercial.

User Equipment

IMS Communicator
O IMS Communicator é desenvolvido pela PT Inovação, SA. Implementa um UE (User Equipment) IMS com capacidades vídeo.

As vantagens deste pacote de software são:
• IMS compliant.
• Suporta vídeo.
• É open source (nesta secção só dois produtos são open source).

OpenIC
O OpenIMS Client é desenvolvido pelo instituto Fraunhofer Institute FOKUS e implementa um UE (User Equipment) IMS permitindo o acesso aos serviços multimédia de uma rede IMS.

As vantagens deste pacote de software são:
• IMS compliant.

As desvantagens são:
• Não é open-source.

UCT IMS Client
O OpenIMS Client é desenvolvido pelo instituto Fraunhofer Institute FOKUS e implementa um UE (User Equipment) IMS permitindo o acesso aos serviços multimédia de uma rede IMS.

As vantagens deste pacote de software são:
• IMS compliant.
• É open source (nesta secção só dois produtos são open source).

As desvantagens são:
• Pode revelar problemas de interoperação já que claramente afirma que foi construído para ser usado com o OpenIMS Core.
• Tem alguns bugs conhecidos.

X-Lite
Desenvolvido pela CounterPath. Não é open-source mas é gratuito. É um softphone não IMS-compliant mas muito popular e com capacidades vídeo.

As vantagens deste pacote de software são:
• IMS compliant.

As desvantagens são:
• Não é open source.

SJphone
Não é open-source mas é gratuito. É um softphone não IMS-compliant mas muito popular.

As desvantagens deste pacote de software são:
• Não é IMS Compliant.
• Não é open source.

Kapanga
Não é open-source mas é gratuito. É um softphone não IMS-compliant mas com muitas opções de configuração. Dispõe de uma versão para Windows Mobile. Dispõe de codecs vídeo como o H.264 e áudio como o AMR (na versão paga).

As desvantagens deste pacote de software são:
• Não é IMS Compliant.
• Não é open source.

Stacks Diameter

OpenBloX
O OpenBloX é um framework Java Diameter open source para implementação de interfaces IMS Diameter conforme a especificação 3GPP e 3GPP2. É mantido pela Traffix Systems.

OpenDiameter
Open Diameter é uma libraria C++ que potencia implementação do protocolo Diameter e suporta Linux, BSD e Microsoft Windows. Mais informação pode ser encontrada em http://www.opendiameter.org/

JDiameter
JDiameter é uma API e implementação do protocolo Diameter em Java. Mais informação pode ser encontrada em https://jdiameter.dev.java.net/.

Ferramentas de teste

Seagull
É um gerador de trafego multi-protocolo da HP orientado ao IMS.

Sipp
É um gerador de trafego SIP.

Tutorial de openimscore: Instalando open ims en forma exitosa en debian

August 19, 2008

IMS significa IP Multimedia subsystem, la 3GPP normalizo la evoluciòn de las redes a un all ip con una serie de servicios en una arquitectura unica agnostica del medio de acceso: fijo, movil, cable, etc. Dentro de los moviles no importa el acceso tambien: CDMA1x, EVDO, GSM, UMTS, HSDPA, HSUPA, LTE, etc. El core IMS en su arquitectura esta concebido para interactuar con cualquier medio de acceso, por lo cual esta basado en una serie de servidores, en su forma mas basica: CSCF y HSS. El primero (CSCF) esta dividido en tres fundamentales: P-CSCF (proxy sip), I-CSCF (interrogating call sesion control function) y el S-CSCF (service call sesion function. A este nivel hablamos de un core all ip, con transoporte TCP/UDP, y con protocolos bien especificos y definidos: sip, diameter entre otros. Los organismos encargados de estandarizar: 3GPP(GSM/UMTS), 3GPP2(CDMA/EVDO) y TISPAN (fijo).

Este ecosistema es un crisol de oportunidades para usar tecnologias basadas en open source, ya que en teoria con un puñado de servidores con linux (o cualquier otro OS) podriamos empezar a dar servicios tipo IMS. Tambien se supone que la integraciòn de nuevos servicios a la red deberia ser mucho mas rapido que los actuales, ya que no se deberia diseñar cada servicio para cada red especifica, sino que todos los aplication server irian contra el s-cscf, o en su defecto contra el sdp (service delivery platform), que no es mas que otro servidor contra el cual descargar procesamiento del s-cscf, a su vez agregar un punto de monitoreo de calidad y ofrecer a terceros proveedores conectar sus AS (aplication server) a nuestra plataforma IMS sin que le metan mano a un elemento sensible en la estabilidad de la red como el S-CSCF. Esto podria ir desde aplicaciones de juegos online, mapas, planos, servicios basados en localizacion, incluyendo aplicaciones tipo touch screen, por ejemplo hacemos un dibujo sobre la pantalla tactil de equipo y lo transmitimos a los compañeros de un meeting remoto, a su vez podriamos estar en una videoconferencia con otro grupo de trabajo, respondiendo un email urgente a nuestro jefe y esperando por una transferencia bancaria. El unico limite aqui seria el ancho de banda disponible, la tecnologia alambrica o inalambrica utilizada, la capacidad de procesamiento de los servidores (CSCF y HSS) y la imaginacion.

Para la conexion a redes legacy esta estandarizado el MGCF (media gateway control function, el cual tiene fncionalidad de softswitch) , y los MGW (MediaGateway) que permiten la conversion de protocolos, codecs y señalizacion (Signaling Gateway), estos elementos nos permiten conectividad y continuidad de la red IMS hacia otras redes legacy.

En definitiva IMS ofrece un estandard de evoluciòn a los operadores, respetando la integracion e interconectividad con otras redes IMS y legacy, ademas de ser un gran integrador de servicios diversos, los cuales podrian ser agregados a la red en una forma mucho mas rapida y transparente, menor tiempo de integracion de servicios influye directamente en los costos.

IMS puede ser visto como el esfuerzo de tratar de unificar en una sola plataforma el acceso a servicios compartidos por diferentes tipos de metodos de acceso (sean fijos o moviles). Es tambien una arquitectura estandarizada que busca hacer mas eficiente y rapido la forma en que son accesados y desplegados dichos servicios. De esta forma con un IMS core bien estructurado y estandard, las empresas de telecomunicaciones podrian asegurar la inversion de las plataformas de servicios asi cambien en forma radical el metodo de acceso (cable, ADSL, EVDO, UMTS, WIMAX, LTE, etc).

Tambien puede ser visto como la inclusion de un core que permite la horizontalizacion de las plataformas de servicios, en las cuales los elementos comunes de control, autenticacion, base de datos podrian estar en servidores comunes (HSS, I-CSCF, S-CSCF) y solo el servicio como tal en servidores individuales.

Aqui tratamos sobre como compilar y poner en funcionamiento un sistema IMS basado en open source: openimscore. Este proyecto es llevado por el grupo FOKUS, grupo sin fines de lucro que se encarga de desarrollar tecnologias open source al mundo de las telecomunicaciones. Aqui esta estudiado para ser implementado sobre una plataforma debian, tambien podria ser instalado sobre una maquina virtual tipo vmware con linux.

Open IMS es una excelente oportunidad de estudiar y aprender mas sobre IMS, de probar y armar maquetas que podrian servir para mostrar y experimentar con los tiempos de integracion de los servicios. No es una plataforma diseñada con fines de ofrecer servicio comercial debido principalmente a estas carencias:

- Plaforma de monitoreo,

- Plataforma de operacion y mantenimiento (O&M)

- Servidores redundantes, en caso de falla, asegurar la alta disponibilidad de la plataforma.

- Sistema de aprovisionamiento

- Seguridad

- Estadisticas

- Integracion a billing, generacion de cdr, etc.

Procedimiento aplicado a servidor Debian ETCH, version de kernel 2.6.18

1.- Instalar subversion:
apt-get install subversion

2.- Crear el siguiente directorio:
mkdir /opt/OpenIMSCore/
chown -R username /opt/OpenIMSCore/

3.- Crear los directorios CSCFs y FHoSS:
cd /opt/OpenIMSCore
mkdir ser_ims
mkdir FHoSS

4.- Bajarse la ultima version de open-ims via subversion:

svn checkout http://svn.berlios.de/svnroot/repos/openimscore/ser_ims/trunk ser_ims svn

svn checkout http://svn.berlios.de/svnroot/repos/openimscore/FHoSS/trunk FHoSS

5.- Chequear que todos estos paquetes esten correctamente instalados, la version de java debe ser >=1.5.0:

apt-get install mysql-server libmysqlclient15-dev libxml2 libxml2-dev bind ant flex bison

Agregar a sources.list este repositorio:

deb http://ftp.es.debian.org/debian/ etch main contrib non-free

deb-src http://ftp.es.debian.org/debian/ etch main contrib non-free

Con este repositorio nos aseguramos que vamos a tener java-1.5.0

Luego no olvidarse de hacer:

apt-get update
apt-get install sun-java5-jdk

Tambien podemos buscar las fuentes de la pagina de sun y compilar el proyecto completo.

Despues de instalar mysql tambien debemos setear una password, ya que por default esta en blanco:

mysqladmin -u root password ‘my_password’

Arranque del servidor mysql:

/etc/init.d/mysqld start

6.- Configurar servidor DHCP y DNS:

Editar el archivo /etc/dhcp3/dhclient.conf y desmarcar esta linea:

prepend domain_name_servers 127.0.0.1;

Copiar este archivo a la carpeta de trabajo:

sudo cp /opt/OpenIMSCore/ser_ims/cfg/open-ims.dnszone /etc/bind/

Agregar estas lineas al archivo: /etc/bind/named.conf.local

zone “open-ims.test” {

type master;

file “/etc/bind/open-ims.dnszone”;

};

Despues reiniciamos el servicio de DNS:

/etc/init.d/bind9 restart

El archivo open-ims.dnszone se crea en la compilacion del proyecto, luego hay que copiarlo de la carpeta /opt/OpenIMSCore a la carpeta /etc/bind
En este archivo debemos cambiar la ip por default (127.0.0.1) por la IP publica, y luego este DNS propio sera seteado en la configuracion TCP/IP (propiedades) como DNS a ser escogido en las otras maquinas en donde tendremos los clientes SIP e IMS.

Aunque si bien es cierto que el estandard IMS de la 3GPP habla de un servidor dns para resolver el nombre del dominio, tambien es posible configurar del lado del cliente el archivo host con una entrada que indique la equivalencia dominio-ip. En cualquier sistema operativo esto es posible. En windows por ejemplo esta en:

C:\WINDOWS\system32\drivers\etc

Con esto nos ahoramos el servidor dns por lo menos de una manera experimental (laboratorios, maquetas, etc)

7.- Compilacion del proyecto:

En /opt/OpenIMSCore/ser_ims

make install-libs all

Setear las variables de entorno de java:

export JAVA_HOME=”/usr/lib/jvm/java-1.5.0-sun/jre/”

Compilar el FHoSS en /opt/OpenIMSCore/FHoSS

ant compile deploy

Una vez que esta compilado en proyecto debemos copiar los siguientes archivos al directorio de trabajo /opt/OpenIMSCore/ por cuestiones de comodidad mas que necesidad:

cp /opt/OpenIMSCore/ser_ims/cfg/* /opt/OpenIMSCore/

8.- Configurar las bases de datos:

Debemos colocarnos en el directorio /opt/OpenIMSCore/:

# mysql -uroot -p < /opt/OpenIMSCore/ser_ims/cfg/icscf.sql
# mysql -uroot -p < /opt/OpenIMSCore/FHoSS/scripts/hss_db.sql
# mysql -uroot -p < /opt/OpenIMSCore/FHoSS/scripts/userdata.sql

9.- Poner direccion IP publica y dominio propio

Podemos setear nuestro propio dominio de tres formas:

  • Tenemos un dominio por el cual pagamos
  • Configuramos nuestro DNS server (bind) para que haga la traduccion, en ese caso solo tenemos que configurar en la configuracion TCP/IP de todos los clientes que se quieran conectar a nuestra red que usen nuestro DNS, eso no interfiere con su navegacion normal ya que tendremos el cuidado de configurar correcatmente las opciones de conectarse a otros DNS publicos a traves del nuestro.
  • Usar un servicio gratuito de DNS tal como no-ip o algun otro servicio gratuito de traduccion


Hay que cambiar un monton de cosas en los archivos de configuraciòn, pero es facil usando el script:

./configurator.sh

Esta ubicado en /opt/OpenIMSCore/

Este script cambia la IP por default (127.0.0.1) por la IP que quieran poner, tambien pregunta para cambiar el dominio open-ims.test por cualquier otro. Cambia los archivos .cfg, .xml y .properties

10.- Arreglar archivo hss.properties para poder conectar via web con IP publica

Este archivo esta ubicado en: /opt/OpenIMSCore/FHoSS/deploy. Este archivo no lo modifica el script anterior asi que debemos hacerlo a mano.
Aqui debemos abrir el archivo en cuestion y cambiarle la IP por default (127.0.0.1) por la IP
publica del servidor.

Para conectar a la pagina web del HSS y poder ver usuarios, agregar usuarios y modificar servicios ponemos en cualquier navegador:

IP del servidor HSS:8080

Claves por default:

Clave administrador: hssAdmin
Pwd: hss

Clave usuario solo lectura: hss
Pwd: hss

11.- Arranque del sistema

El sistema arranca desde cuatro shell serparados en este orden, en modo root, en el directorio /opt/OpenIMSCore/ y se deben ejecutar los siguientes scripts: pcscf.sh, icscf.sh, scscf.sh (es recomendable respetar el orden). Estos script arrojan algunos errores en el proceso de arranque por que es imposible tener los tres levantados al mismo tiempo, pero luego que el sistema esta arriba no hay problema (no es mayor motivo de alarma).

Por ultimo en el directorio /opt/OpenIMSCore/FHoSS/deploy/ el script: startup.sh

Para simplificar el trabajo podemos hacer un script como el que vemos aqui:

#!/bin/bash
sleep 1
gnome-terminal -e ./icscf.sh
sleep 1
gnome-terminal -e ./scscf.sh
sleep 1
gnome-terminal -e ./pcscf.sh
sleep 1
gnome-terminal -e ./fhoss.sh

La ultima linea arranca el FHoSS.

12.- ¿Como probar el sistema?

Yo he probado el x-lite, aunque no es un cliente IMS propiamante dicho, tiene muchas funcionalidades interesante. Su configuracion es muy sencilla, solo debemos recordar que la autenticacion es del tipo md5 y no akav, por lo tanto debemos modificar esto en el hss via web y luego agregar estas lineas en el archivo scscf.cfg en el directorio: /opt/OpenIMSCore/
Estas lineas le indican al S-CSCF que el desde el HSS se decide el tipo de autenticaciòn por suscriptor:

modparam(“scscf”,”registration_default_algorithm”,”HSS-Selected”)

Se debe marcar con numeral (#) las otras opciones para evitar conflictos.

En este archivo hay varias opciones: solo autenticar digest-MD5, solo AKAV1, solo AKAV2, etc.

Hay otros tipos de clientes IMS propiamente dichos, procedo a enumerarlos, interesante seria tener algunos que podamos probar en una red celular, y que ademas a esta plataforma le agreguemos un gateway que permita hacer el puente a redes legacy y que seamos visibles desde esas redes con un numero propio de esta redes.

Puertos que se usan en IMS:

Elemento

Port Number

P-CSCF

4060

I-CSCF

5060

S-CSCF

6060

Diameter

3868, 3869, 3870

El Proxy-Call sesion control function (P-CSCF) contra el que se registran los equipos via sip usa el puerto 4060, ojo con esto que debemos indicarselo a los clientes IMS o SIP.

13.- Configuracion del sistema open-ims con cada servidor en una plataforma

De esta forma es posible tener cada servidor CSCF en una maquina diferente, aumentando la eficiencia de la plataforma.


14.- Uso de asterisk como aplication server

Tambien es posible usar asterisk como aplication server, debido a lo versatil de la plataforma asterisk, los AGI y la cantidad de opciones de desarrollo elaboradas para esta plataforma la hacen muy util como servidor de aplicaciones. Hay varios servidores de aplicacion que podemos probar.

SIPSEE
SIPSEE (SIP Servlet Execution Environment) es una solucion de FOKUS para funcionar como SIP Application Server (SIP AS). Este provee soporte multimédia sobre SIP/HTTP/Diameter.
Actua como un SIP proxy, SIP Redirect o B2BUA (Back to Back User Agent). Un API (Application Programming Interface) es usada y es compatible con JSR116 – SIP Servlet API.

SIPSEE es diseñado e implementado con soporte para SIP y HTTP y permitir el acesso a servicios IMS de clientes SIP a través de un browser HTTP potenciando servicios como Click2Dial, See What I See, etc.

Este software es IMS compliant.

Mobicents
Mobicents es un SIP Application Server mas popular para la plataforma Java.

Ventajas:
• IMS compliant.
• Bastante conocido y con mucho soporte.

WeSIP
WeSIP es un SIP y HTTP Application Server implementado sobre OpenSER. No es open source. Gratuito para uso no comercial.

Desventajas:
• No es open source. Gratuito para uso no comercial.




Algunos clientes IMS

August 15, 2008

Con la maqueta de open ims core funcionando aparece la necesidad de conseguir clientes IMS y sip con los cuales podamos probar:


There are several IMS clients out there recently, which can be used with the Open IMS Core.

  • FOKUS’ OpenIC (Open IMS Client) is available only commercially (Contact: info@open-ims.org). Yet, there is also a free binary OpenIC_Lite version available right here
  • The UCT IMS Client which is available under the GPL
  • The IMS Communicator, also under the GPL

Instale el ultimo y lo estoy probando a ver que tal, hasta el momento veo que tiene una pinta bastente fea pero hace lo que tiene que hacer…pero como siempre digo este tema esta evolucionando a una velocidad vertiginosa, conasulten siempre las fuentes: http://www.openimscore.org/node/72

Openser, OpenIMS Core, kamailio, linux, asterisk……

Clientes para IMS testing

August 5, 2008

He probado tres clientes con la plataforma experimental de IMS casero:

1.-El clasico caballito de batalla para mis pruebas de asterisk y openser: X-lite

2.- UCT es un cliente IMS diseñado para ser utilizado conjuntamente con el Open IMS Core sin necesidad de la puerta de enlace sip2ims. Aunque se encuentra en desarrollo y reconocen tener muchos bugs, ya admite la autenticación AKA, emula la señal IMS y da soporte para llamadas de voz, vídeo, mensajería instantanea tipo buscapersonas, presencia y IPTV.

UCT IMS Client

3.- Open IMS Client offers rich capabilities sets, such as advanced telephony and messaging features, presence and a comprehensive personal address book. We offer the Open IMS Client Lite version free for evaluation. It is based on the advanced features of the full version of Open IMS Client, and the aim of this version is to highlight the basics of telephony and messaging capabilities.

The OpenIC_Lite version contains basic VoIP, Instant Messaging and Contacts Management services.

Before you download the OpenIC_Lite version, please make sure you have the necessary requirements.

Updated on July 25, 2008

Windows [.exe] OpenIC_Lite v1.3 for Windows (6,7 MB)
Windows Mobile [.CAB] OpenIC_Lite v1.3 for Windows Mobile (6,0 MB)
Linux [.tar.gz] OpenIC_Lite v1.3 for Linux (7,7 MB)

Release Notes:

Version 1.3

  • Missing ACK for originating INVITE fix
  • Included proxy authentication
  • Updated the “Information” view
  • Updated the splash screen

OpenIMS core Virtual machine ware

July 28, 2008

http://www.openimscore.org/vm

Buena opcion para probar sin mucho esfuerzo


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